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2 tendências de comportamento que estão reposicionando o mercado

O termo “tendência”, segundo o Dicio, significa: Inclinação; disposição natural que leva algo ou alguém a se mover em direção a outra coisa ou pessoa: tendência dos corpos para a terra; tendência à (…).

Quando falamos de tendência no campo do comportamento ou da moda/vestuário, estamos falando de algo que as pessoas tendem a fazer ou, então, a consumir, usar, vestir, agora ou no futuro. Coolhunters são profissionais responsáveis por caçar, mapear, analisar e entregar essas tendências mastigadas ao mercado, que rá absorver essas ideias e criar produtos/serviços de acordo com o que as pessoas “tendem a” consumir, pensando a curto, médio ou longo prazo.

Sendo este um assunto tão importante que é capaz de reposicionar o mercado, demos uma de coolhunter e fizemos uma breve pesquisa (netnográfica) de tendências de comportamento que estão, ou irão em breve ou em um futuro distante, mudar a forma de pensar e criar de empresas e marcas. Confira:

1. Consciência vegana: Foi no Ponto Eletrônico que encontramos o texto mais denso sobre essa tendência de comportamento que não, não diz respeito apenas a uma opção alimentar, mas a um lifestyle ético e a uma performance política do indivíduo. Citando o Ponto Eletrônico, entendemos que “veganismo é um estilo de vida que baseia suas escolhas na ideia de que os animais têm direitos e não devem ser considerados “coisas”, ou seja, não devem servir à exploração ou ao consumo.” As análises de busca pelo termo, no Google Trends, mostra que o interesse pelo assunto cresceu muito nos últimos três anos. Ou seja, a mudança de comportamento já está acontecendo e tende a se fortalecer cada vez mais, e as marcas já estão (ou devem) se adaptar a ela, pois muito provavelmente o veganismo não será mais apenas um “nicho”.

2. Desejo pelo anonimato: Hoje, tudo o que você faz em rede é mapeado, e os dados captados com a sua navegação são utilizados pelo Marketing Digital para personalização e assertividade de campanhas. A partir desse “rastro digital”, como chamou o Mundo Marketing, que os usuários deixam, é possível a criação de personas e a personalização cada vez mais profunda de produtos e serviços. Porém, há uma contracorrente a isso: o desejo crescente do usuário pelo anonimato. Um exemplo do que fomenta essa vontade, é o caso do Airbnb e da Uber que, a partir dessa exposição do usuário, acabaram segregando e discriminando seus clientes: anfitriões do Airbnb mostraram-se preconceituosos e a marca lutou publicamente contra isso, já os motoristas da Uber estão mais propensos a cancelar passeios solicitados por pessoas que tenham nomes que soem como negros. Assim sendo, é hora de pensar esse desejo pelo anonimato como uma oportunidade para marcas se reinventarem, abrirem mão do que pode, em alguns casos, ter se tornado invasivo, e lançarem novidades que satisfaça a esse desejo dos consumidores.

E aí, você e sua empresa estão preparados para se reposicionar no mercado de acordo com essas tendências de comportamento?

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